Apresentação e Perguntas Frequentes
As editoras não se definem apenas pelos autores que aceitam ou recusam, mas sobretudo pela maneira como os aceitam ou recusam.
Fundada em Junho de 1979, a Antígona iniciou a sua actividade com a publicação do livro Declaração de Guerra às Forças Armadas e outros Aparelhos Repressivos do Estado. Esta obra emblemática anunciava já o programa editorial que se tem vindo a concretizar, sem desvios, nos últimos trinta e um anos.
Hoje, com mais de 200 títulos, a Antígona mantém a sua paixão inicial pelos textos subversivos, e vai continuar, ainda por muito tempo, a empurrar as palavras contra a ordem dominante do mundo.
perguntas frequentes
porquê antígona?
Personagem mítica, Antígona simboliza, antes de mais, a desobediência.
sendo uma editora portuguesa, porque editam tão poucos autores portugueses?
Poucos autores portugueses se identificam com a nossa linha editorial.
qual o critério que preside à escolha dos vossos autores?
Observamos primeiro se mijam fora do penico.
porque publicam apenas uma dezena de títulos por ano?
A quantidade é inimiga da qualidade.
porque não há colecções na antígona?
Toda a Antígona é uma colecção, realizando assim a crítica da separação.
por que razão abandonaram o slogan «cultiva a inteligência, não deixes morrer a revolta»?
Não foi a Antígona que abandonou esta máxima, mas o mundo que não a seguiu.
onde fica a vossa sede?
Nas catacumbas de alguns cérebros.
tenho uma proposta de publicação na antígona. como devo contactar-vos?
Através dos nossos canais, mas aconselhamo-lo a observar bem o nosso catálogo. É mais difícil um autor entrar na Antígona do que um camelo passar pelo buraco de uma agulha.
tem a antígona tradutores próprios?
Normalmente, sim.
é possível comprar livros on-line?
Por enquanto, não. Basta enviar-nos um e-mail e as encomendas serão remetidas via CTT, após transferência bancária.
o que distingue a vossa editora entre as demais?
Deixamos esta resposta ao leitor.
